ah vaa tá procurando o que?
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sábado, 3 de julho de 2010
Transformação física de Ronaldo Fenomeno
Um video feito pelo site Ig ,mostra a transformação de Ronaldo Fenomeno durante a sua longa e gloriosa carreira ...confesso que ficou muito legal!!!

sexta-feira, 2 de julho de 2010
Fiasco - Brasil perde para a Holanda e está fora da Copa!!!
Pela segunda vez consecutiva a Seleção Brasileira é eliminada nas quartas de final da Copa do Mundo. E mais uma vez com uma história digna de uma "Crônica de uma morte anunciada". Com a licença do escritor Gabriel García Márquez. E Felipe Melo foi o protagonista desta triste passagem. Do belo lançamento para o gol de Robinho no primeiro tempo, para o gol contra e a expulsão na etapa final. No fim, na primeira virada dos mata-matas desta Copa, a Holanda venceu por 2 a 1.
A "morte anunciada" citada acima tem a ver com Felipe Melo. Depois de uma temporada pífia na Juventus, o volante da Seleção chegou a África do Sul sob muitas desconfianças. Além da má fase em campo, o destempero emocional do camisa 5 era uma preocupação constante. E nesta sexta-feira, em Porto Elizabeth, o "medo" se tornou realidade.
Dois tempos distintos. Esse é o resumo da partida desta sexta. No primeiro tempo, o Brasil sobrou. Abriu o placar logo aos 10 minutos, após belo passe de Felipe Melo que Robinho só teve o trabalho de tocar para o gol. Depois, perdeu chances de ampliar o resultado. Menos por oportunidades criadas, é verdade, mas dominou as principais ações do jogo.Na etapa final, só deu Holanda. Subiu a marcação em seu campo de ataque, roubou bolas na defesa brasileira e o melhor, pelo menos para eles: conseguiu converter em gols as chances que criou. Em lances que a Seleção não costumava falhar, nas jogadas aéreas. Felipe Melo aos 8 minutos cabeceou contra e (o baixinho) Sneijder aos 23 aproveitou desvio de Kuyt e só tocou para as redes.
Com a desvantagem no placar, o Brasil sofreu. Sem o contra-ataque, sua principal característica, faltou qualidade para criar chances e vencer a retranca holandesa.
Na História dos confrontos, a Holanda empatou. Eliminou o Brasil em 1974 e 2010 e foi desclassificada em 1994 e 1998. Mas diferentemente da Copa de 74, esta seleção está longe de encantar o mundo como fez naquele ano. Pragmática, competitiva, até defensiva por vezes, é forte candidata ao título deste Mundial. Marca forte e sai rápido nos contra-ataques. Além do brilho de Sneijder, o melhor do time, e um dos principais jogadores do mundo.Até 2014!!!




A "morte anunciada" citada acima tem a ver com Felipe Melo. Depois de uma temporada pífia na Juventus, o volante da Seleção chegou a África do Sul sob muitas desconfianças. Além da má fase em campo, o destempero emocional do camisa 5 era uma preocupação constante. E nesta sexta-feira, em Porto Elizabeth, o "medo" se tornou realidade.
Dois tempos distintos. Esse é o resumo da partida desta sexta. No primeiro tempo, o Brasil sobrou. Abriu o placar logo aos 10 minutos, após belo passe de Felipe Melo que Robinho só teve o trabalho de tocar para o gol. Depois, perdeu chances de ampliar o resultado. Menos por oportunidades criadas, é verdade, mas dominou as principais ações do jogo.Na etapa final, só deu Holanda. Subiu a marcação em seu campo de ataque, roubou bolas na defesa brasileira e o melhor, pelo menos para eles: conseguiu converter em gols as chances que criou. Em lances que a Seleção não costumava falhar, nas jogadas aéreas. Felipe Melo aos 8 minutos cabeceou contra e (o baixinho) Sneijder aos 23 aproveitou desvio de Kuyt e só tocou para as redes.
Com a desvantagem no placar, o Brasil sofreu. Sem o contra-ataque, sua principal característica, faltou qualidade para criar chances e vencer a retranca holandesa.
Na História dos confrontos, a Holanda empatou. Eliminou o Brasil em 1974 e 2010 e foi desclassificada em 1994 e 1998. Mas diferentemente da Copa de 74, esta seleção está longe de encantar o mundo como fez naquele ano. Pragmática, competitiva, até defensiva por vezes, é forte candidata ao título deste Mundial. Marca forte e sai rápido nos contra-ataques. Além do brilho de Sneijder, o melhor do time, e um dos principais jogadores do mundo.Até 2014!!!

segunda-feira, 28 de junho de 2010
Avante Brasil!!!
"Freguês bom, é freguês fiel." A expressão é batida, é verdade, mas dificilmente há uma definição melhor para os duelos entre Brasil e Chile. Desde que o técnico Dunga assumiu a Seleção, em 2006, o time venceu os seis confrontros contra o rival. Nenhum tão importante quanto a goleada desta segunda-feira, já que os 3 a 0 no Ellis Park, em Johannesburgo, garantiram a equipe nas quartas de final da Copa do Mundo. Agora é vez da Holanda!
O melhor para o torcedor brasileiro é que a classificação para as quartas veio com uma boa atuação. Mais veloz em campo com as entradas de Ramires e Daniel Alves, a Seleção soube aproveitar os espaços e matou o jogo quando teve as chances, em um intervalo de três minutos (34 e 37) no primeiro tempo. A goleada foi confirmada na etapa final.
Para os mais superticiosos, os duelos desta Copa lembram alguns dos passados. Em 1998, na França de tristes lembranças, o Brasil também bateu o Chile nas oitavas, mas perdeu a final para os donos da casa. Quatro anos antes, nos Estados Unidos, a Seleção pegou a Holanda nas quartas, como neste ano, e acabou campeão.
fonte:Lancenet

domingo, 20 de junho de 2010
Brasil vence a Costa do Marfim por 3 a 1 e se classifica.
A Seleção Brasileira derrotou a Costa do Marfim por 3 a 1 neste domingo, no Estádio Soccer City, em Johannesburgo, e se classificou antecipadamente às oitavas de final da Copa do Mundo. Luís Fabiano marcou dois golaços, Elano aumentou o placar e Drogba descontou. Kaká ainda foi expulso após receber o segundo cartão amarelo aos 42min do segundo tempo.
Eleito o melhor em campo pela Fifa, o atacante do Sevilla acabou com um jejum de nove meses sem balançar as redes com a camisa amarela - desde a vitória por 3 a 1 sobre a Argentina, em Rosário, pelas Eliminatórias. E foram dois golaços, o último deles com direito a dois chapéus no mesmo lance.
Já Elano marcou pela segunda vez no torneio. Outro destaque positivo foi o meia Kaká, mesmo com o cartão vermelho. Apagado na estreia contra a Coreia do Norte, melhorou desta vez seu desempenho. Apesar de ainda não mostrar o futebol de quem já foi o melhor do mundo, contribuiu com duas belas assistências.
Na próxima sexta-feira, contra Portugal, em Durban, o Brasil precisa de um empate para ser o primeiro colocado do Grupo G. Se isso acontecer, pode enfrentar a Espanha na próxima fase, já que a equipe foi derrotada pela Suíça e dificilmente terminará a chave H na liderança.
A Seleção mostrou um futebol mais seguro e convincente do que contra os norte-coreanos. Teve pouco trabalho na defesa e resolveu o jogo nas chances mais claras de gol que teve.
Para quem pensava que o Brasil encontraria uma seleção menos retrancada do que os norte-coreanos na estreia, se enganou. Os marfinenses jogaram sempre com 11 jogadores atrás da linha da bola. Para piorar, a marcação forte muitas vezes passou a ser violenta. No lance mais feio, Elano levou uma solada e não conseguiu mais levantar - precisou ser carregado para o vestiário.
O Brasil começou acelerado e assustou logo aos 40 segundos de jogo. Robinho avançou pela intermediária e arriscou de muito longe, mas a bola subiu demais. A Costa do Marfim fazia uma marcação adiantada, buscando travar as subidas dos laterais Maicon e Michel Bastos e dificultando a saída de bola brasileira.
O time africano não deixava a Seleção levar a bola aos jogadores de frente, mas também não conseguia achar os espaços para ameaçar Júlio César. Aos 15min, Eboué alçou bola na área em cobrança de falta, mas Júlio César saiu de soco e afastou o perigo. A resposta veio aos 18min, quando Robinho pegou sobra de escanteio na entrada da área, mas chutou longe da meta.
A partida seguiu truncada, mas a defesa marfinense foi furada por uma rápida troca de passes do ataque brasileiro aos 24min. Robinho tocou para Luís Fabiano, que deixou para Kaká; o meia ganhou a dividida com o zagueiro e deixou o camisa 9 na cara do gol com um belo passe. Luís Fabiano encheu o pé e estufou a rede de Barry, acabando com um jejum de seis jogos sem marcar pela Seleção - e, de quebra, arrancando aplausos de Zinedine Zidane no camarote do Soccer City.
O jogo seguiu truncado após o gol. A Costa do Marfim continuava encontrando dificuldades em articular jogadas e só voltou a fazer Júlio César trabalhar aos 37min, em chute de longe de Dindane. Três minutos depois, foi Eboué quem fez jogada individual e finalizou de fora da área, para fora. Os marfinenses avançavam o time para atacar, mas a Seleção não conseguia ligar o contragolpe quando roubava a bola.
Os times voltaram com as mesmas formações para o segundo tempo e o Brasil não demorou para ampliar. E se o primeiro gol de Luís Fabiano já havia sido bonito, ele resolveu caprichar no segundo. O atacante brigou pela bola na entrada da área, aplicou um chapéu em Zokora, outro em Kolo Touré e ajeitou no braço antes de fuzilar Barry de pé esquerdo.
Drogba finalmente apareceu no jogo aos 8min, quando recebeu cruzamento de Dindane e cabeceou com perigo no contrapé de Júlio César; a bola passou perto da trave. Em vantagem no placar, o Brasil se aproveitava do ímpeto ofensivo dos africanos para contra-atacar. Robinho tocou para Kaká dentro da área aos 15min e o camisa 10 encheu o pé, mas Barry defendeu.
O terceiro gol veio no minuto seguinte. Kaká disparou pela esquerda e tocou rasteiro para a área, onde Elano apareceu sozinho e finalizou para as redes, marcando seu segundo gol no Mundial. A alegria do camisa 7, porém, acabou cinco minutos depois: depois de dividida dura com Tioté, o meia brasileiro levou a pior e precisou ser substituído por Daniel Alves.
O jogo começou a ficar nervoso, com entradas violentas de jogadores marfinenses sobre Michel Bastos e Kaká. Romaric obrigou Júlio César a fazer boa defesa com chute de longa distância aos 27min, e uma falha da defesa brasileira permitiu que Drogba diminuísse seis minutos depois. Yaya Touré levantou na área, a zaga ficou olhando e o capitão do time africano tocou de cabeça no canto.
A pior notícia para o Brasil veio aos 42min. Kaká, que já havia recebido o cartão amarelo três minutos antes após se envolver em confusão com Yaya Touré, deixou o cotovelo em Keita. O marfinense se jogou no chão e o camisa 10 brasileiro acabou levando a segunda advertência do árbitro francês Stéphane Lannoy, sendo expulso de campo.




Eleito o melhor em campo pela Fifa, o atacante do Sevilla acabou com um jejum de nove meses sem balançar as redes com a camisa amarela - desde a vitória por 3 a 1 sobre a Argentina, em Rosário, pelas Eliminatórias. E foram dois golaços, o último deles com direito a dois chapéus no mesmo lance.
Já Elano marcou pela segunda vez no torneio. Outro destaque positivo foi o meia Kaká, mesmo com o cartão vermelho. Apagado na estreia contra a Coreia do Norte, melhorou desta vez seu desempenho. Apesar de ainda não mostrar o futebol de quem já foi o melhor do mundo, contribuiu com duas belas assistências.
Na próxima sexta-feira, contra Portugal, em Durban, o Brasil precisa de um empate para ser o primeiro colocado do Grupo G. Se isso acontecer, pode enfrentar a Espanha na próxima fase, já que a equipe foi derrotada pela Suíça e dificilmente terminará a chave H na liderança.
A Seleção mostrou um futebol mais seguro e convincente do que contra os norte-coreanos. Teve pouco trabalho na defesa e resolveu o jogo nas chances mais claras de gol que teve.
Para quem pensava que o Brasil encontraria uma seleção menos retrancada do que os norte-coreanos na estreia, se enganou. Os marfinenses jogaram sempre com 11 jogadores atrás da linha da bola. Para piorar, a marcação forte muitas vezes passou a ser violenta. No lance mais feio, Elano levou uma solada e não conseguiu mais levantar - precisou ser carregado para o vestiário.
O Brasil começou acelerado e assustou logo aos 40 segundos de jogo. Robinho avançou pela intermediária e arriscou de muito longe, mas a bola subiu demais. A Costa do Marfim fazia uma marcação adiantada, buscando travar as subidas dos laterais Maicon e Michel Bastos e dificultando a saída de bola brasileira.
O time africano não deixava a Seleção levar a bola aos jogadores de frente, mas também não conseguia achar os espaços para ameaçar Júlio César. Aos 15min, Eboué alçou bola na área em cobrança de falta, mas Júlio César saiu de soco e afastou o perigo. A resposta veio aos 18min, quando Robinho pegou sobra de escanteio na entrada da área, mas chutou longe da meta.
A partida seguiu truncada, mas a defesa marfinense foi furada por uma rápida troca de passes do ataque brasileiro aos 24min. Robinho tocou para Luís Fabiano, que deixou para Kaká; o meia ganhou a dividida com o zagueiro e deixou o camisa 9 na cara do gol com um belo passe. Luís Fabiano encheu o pé e estufou a rede de Barry, acabando com um jejum de seis jogos sem marcar pela Seleção - e, de quebra, arrancando aplausos de Zinedine Zidane no camarote do Soccer City.
O jogo seguiu truncado após o gol. A Costa do Marfim continuava encontrando dificuldades em articular jogadas e só voltou a fazer Júlio César trabalhar aos 37min, em chute de longe de Dindane. Três minutos depois, foi Eboué quem fez jogada individual e finalizou de fora da área, para fora. Os marfinenses avançavam o time para atacar, mas a Seleção não conseguia ligar o contragolpe quando roubava a bola.
Os times voltaram com as mesmas formações para o segundo tempo e o Brasil não demorou para ampliar. E se o primeiro gol de Luís Fabiano já havia sido bonito, ele resolveu caprichar no segundo. O atacante brigou pela bola na entrada da área, aplicou um chapéu em Zokora, outro em Kolo Touré e ajeitou no braço antes de fuzilar Barry de pé esquerdo.
Drogba finalmente apareceu no jogo aos 8min, quando recebeu cruzamento de Dindane e cabeceou com perigo no contrapé de Júlio César; a bola passou perto da trave. Em vantagem no placar, o Brasil se aproveitava do ímpeto ofensivo dos africanos para contra-atacar. Robinho tocou para Kaká dentro da área aos 15min e o camisa 10 encheu o pé, mas Barry defendeu.
O terceiro gol veio no minuto seguinte. Kaká disparou pela esquerda e tocou rasteiro para a área, onde Elano apareceu sozinho e finalizou para as redes, marcando seu segundo gol no Mundial. A alegria do camisa 7, porém, acabou cinco minutos depois: depois de dividida dura com Tioté, o meia brasileiro levou a pior e precisou ser substituído por Daniel Alves.
O jogo começou a ficar nervoso, com entradas violentas de jogadores marfinenses sobre Michel Bastos e Kaká. Romaric obrigou Júlio César a fazer boa defesa com chute de longa distância aos 27min, e uma falha da defesa brasileira permitiu que Drogba diminuísse seis minutos depois. Yaya Touré levantou na área, a zaga ficou olhando e o capitão do time africano tocou de cabeça no canto.
A pior notícia para o Brasil veio aos 42min. Kaká, que já havia recebido o cartão amarelo três minutos antes após se envolver em confusão com Yaya Touré, deixou o cotovelo em Keita. O marfinense se jogou no chão e o camisa 10 brasileiro acabou levando a segunda advertência do árbitro francês Stéphane Lannoy, sendo expulso de campo.

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